Não posso, não posso mesmo. Não insistas, aliás, só aceitei da primeira vez pela tua insistência. Perco a noite toda e tenho de acabar o EP para a semana. Vá...não faças essa cara e não penses "eu já sabia..."
O hábito faz o monge. Neste caso, o hábito fez um blog. O hábito de algumas, poucas mas boas, pessoas cá virem deu um feedback, na maioria das vezes, saboroso, que por sua vez deu corpo ao hábito de visitar o seu hábito. O hábito libertou e alimentou o que se tornou o hábito de escrever.
(...)
O hábito desapareceu. Agora posso começar de novo.